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domingo, 31 de julho de 2011

ALERGIA RESPIRATÓRIA (RINITE)

ALERGIA RESPIRATÓRIA (RINITE)
O que é?
Uma alergia é uma situação na qual o organismo apresenta uma resposta imunológica (de defesa) diferente da resposta protetora esperada, causando alterações indesejáveis. O termo “alergia” vem do grego “allos”, que significa alterações do estado original. Então, a alergia é uma reação específica do sistema de defesa do organismo à substâncias normalmente inofensivas. Pessoas que tem alergias frequentemente são sensíveis a mais de uma substância.
Os tipos de alergenos - substâncias que causam reações alérgicas - incluem:
 
pólens,
partículas de pó,
esporos de fungos,
alimentos,
látex,
veneno de insetos e
medicamentos.
Quando a alergia afeta o sistema respiratório, chamamos de alergia respiratória.
Como se desenvolve?
Pensamos, atualmente, que as doenças alérgicas, de uma maneira geral, tem origem multifatorial e complexa. Acredita-se que, para sua ocorrência, tem que haver uma combinação entre uma predisposição genética da pessoa e uma situação no ambiente facilitadora para que a doença se exteriorize.
Dentre os fatores que favorecem o aparecimento da rinite alérgica em crianças, por exemplo, podemos citar o tabagismo passivo no primeiro ano de vida, história de alergias em parentes em primeiro grau, a exposição a alérgenos animais (pêlos de gato, cachorro e etc) e pouco tempo de aleitamento materno dentre outros.
Normalmente, o sistema imune funciona como defesa do organismo contra agentes invasores, como as bactérias e vírus. Entretanto, na maioria das reações alérgicas, o sistema imune (de defesa) está respondendo a um falso alarme. A pessoa primeiro entra em contato com um alergeno e o sistema imune trata este como um invasor e mobiliza-se para atacá-lo.
O sistema imune gera grandes quantidades de um anticorpo chamado imunoglobulina E (IgE).
Cada anticorpo IgE é específico para um tipo particular de alergeno.
No caso da alergia a pólen, um tipo de anticorpo pode ser produzido para reagir contra um tipo de pólen, enquanto outro pode ser produzido para combater outro tipo de pólen.
Quando um alergeno (pólen, pó ou outro) entra em contato com seu anticorpo IgE específico, vários elementos químicos são liberados no sangue e passam a agir em várias partes do corpo, assim como no sistema respiratório, causando os sintomas da alergia.
No sistema respiratório, a alergia poderá manifestar-se como uma doença alérgica no nariz (rinite alérgica) ou nos pulmões e vias aéreas (asma ou hiper-reatividade brônquica).
Há também a polinose (febre do feno), que é uma doença que ocorre sempre na mesma época do ano – a primavera, quando ocorre a polinização. Os grãos de pólens de plantas se depositam nos olhos e nariz, levando a uma reação alérgica. Dentre as plantas que podem causar alergia estão: azevém, ciprestes, eucaliptos, plátanos, acácia e outros.
O que se sente?
 
espirros
coriza (nariz com corrimento)
obstrução nasal
tosse
gota pós-nasal ("catarro escorrendo atrás da garganta")
olhos, nariz e garganta um pouco avermelhados
chiado no peito
Como se faz o diagnóstico?
Quando o médico conversa com seu paciente, ele tem a possibilidade de colher dados que indicam a presença da doença.
O exame físico auxiliará neste sentido.
Além disso, o médico poderá realizar testes de pele e de sangue como exames complementares.
No teste de pele, o médico poderá definir se o paciente tem na sua pele anticorpos do tipo IgE que reagem a determinado alergeno. Utilizará extratos diluídos de alergenos como o pó dos ácaros, pólens ou mofos para realizar o teste, que pode ser feito através de inserção do alergeno debaixo da pele ou pela aplicação deste sob um diminuto arranhão feito no braço.
Este teste de pele é fácil de fazer, além de ser barato.
Entretanto, não deverá ser feito em pessoas com eczema (tipo de doença alérgica disseminada na pele). Nestes casos, poderá ser feito um outro teste diagnóstico chamado RAST, que utiliza uma amostra de sangue para determinar os níveis do anticorpo IgE circulante no sangue contra um alergeno particular.
Sob orientação médica, alguns antialérgicos e antidepressivos devem ser suspensos antes dos testes diagnósticos serem realizados, para que os resultados não sejam afetados. De acordo com a medicação em uso, a suspensão poderá ser necessária com até 3 meses de antecedência.
Em relação a interpretação dos resultados dos testes, devemos lembrar que em crianças e idosos pode haver subestimação de tais resultados devido à reatividade diminuída neste grupo

fonte: abcdasaude.com

rinite como se trata

Como se trata? Como se previne?
 
O médico poderá recomendar o uso de anti-alérgicos para combater ou prevenir os sintomas da alergia respiratória. Dentre estes, destacamos os corticóides e anti-histamínicos. Podem ser de uso sistêmico (que atuam no corpo todo, como injeções, comprimidos e xaropes) ou de ação localizada (cremes, pomadas, colírios, sprays ou inalatórios).
A melhor opção de tratamento deverá ser definida pelo médico para o tratamento e prevenção da asma, hiper-reatividade brônquica e rinite alérgica.
Outra opção de tratamento é a imunoterapia (“vacinas”) que utiliza injeções com dosagens progressivas de substâncias que provocam a alergia, com o intuito de “acostumar” o corpo a receber tais alergenos, diminuindo a sensibilidade do organismo a estes.
Além das medicações, o médico poderá alertar o paciente sobre como evitar o contato com os alergenos. Evitar, principalmente, contato com cheiros fortes, poeiras, fumaças e não ficar em locais que estejam sendo higienizados. Os colchões e travesseiros devem ser encapados ou materiais anti-alérgicos devem ser utilizados. Lugares com mofo devem ser evitados e filtros de ar-condicionado devem ser limpos semanalmente.
Embora não exista cura para as alergias, uma destas estratégias ou a combinação delas poderá dar graus variados de alívio dos sintomas alérgicos.
Perguntas que você pode fazer ao seu médico
Que podemos fazer no ambiente doméstico para diminuirmos a frequência dos eventos alérgicos?
Quais os alimentos que devem ser evitados para prevenção de alergias?
Remédios antialérgicos podem provocar sonolência?
Podem ser utilizados cronicamente anti-alérgicos?

fonte :abcdasaude.com

asma

A asma é uma doença caracterizada pela inflamação crônica das vias aéreas, o que determina o seu estreitamento, causando dificuldade respiratória. Esse estreitamento é reversível e pode ser desencadeado por diferentes fatores. Ocorre em cerca de 10% da população. Asma tem o seu significado a partir do grego Asthma, que significa arquejamento, sufocante.

As vias aéreas são os dutos por onde passa o ar. Elas se iniciam no nariz e transformam-se em nasofaringe, laringe e traqueia. A traqueia divide-se em dois dutos, chamados brônquios direito e esquerdo, que levam o ar para os pulmões. Nos pulmões os brônquios se dividem várias vezes, dando origem aos bronquíolos e, por fim, aos alvéolos.

As vias aéreas são revestidas por uma mucosa, que nos asmáticos é hiper-reativa, ou seja, apresenta uma resposta inflamatória aumentada ou exagerada a substâncias ou estímulos estranhos com os quais entra em contato: poeira, pelos de animais, cheiros fortes, fungos (mofo ou bolor), pólen, fumaça, alterações climáticas, gripes e resfriados, ingestão de alimentos e medicamentos.

Sintomas

Quando ocorre exposição aos agentes que provocam alergia, as células de defesa da mucosa liberam substâncias inflamatórias que causam o inchaço, dificultando a passagem do ar. Isso gera os sintomas da asma: tosse, falta de ar, chiado (sibilos) e dor em aperto no peito.

A asma pode ser classificada em: asma intermitente, asma persistente leve, asma persistente moderada e asma persistente grave.

O diagnóstico é baseado nos sinais e sintomas que surgem de maneira recorrente.

No exame físico, o médico poderá constatar o chiado nos pulmões, principalmente nas crises da doença. Exames complementares auxiliam no diagnóstico.


Tratamento

O tratamento divide-se em duas fases: resgate e controle. Os medicamentos de resgate são utilizados nas crises de asma, para aliviar os sintomas de forma rápida. Os medicamentos de controle são utilizados diariamente de forma prolongada e para diminuir os sintomas e o número de crises.

fonte: claritin.com

sábado, 30 de julho de 2011

cirurgia dos olhos e resultados

Tratamento que consiste na aplicação de um laser, que possui a propriedade de evaporar pequenas quantidades de tecido da córnea. É utilizado desde 1986 para a correção de miopia, hipermetropia e astigmatismo, sozinhos ou associados.
Sob anestesia local (colírio anestésico), o laser é aplicado confortavelmente direto sobre a córnea (método PRK) ou, em casos de graus muito altos, no interior deste tecido, após o levantamento de uma camada superficial (método Lasik). O tempo médio de aplicação é de 20 segundos. Neste período, dependendo do grau a ser corrigido, o laser remove de 20 a 100 micra (centésimo de um milímetro) de tecido corneano.
Esse tratamento apresenta resultados mais precisos quando comparado ao processo tradicional de realizar cortes na córnea (ceratotomia radial). Os resultados obtidos são mais estáveis a longo prazo.


98% das pessoas que fazem o tratamento ficam livres do uso de óculos.

2% ficam parcialmente dependentes.


Esses dados variam de acordo com a qualidade da avaliação pré-operatória (exames), e com a indicação precisa do seu oftalmologista.

Cirurgia a laser no olho é arriscada, diz pesquisa


Uma investigação realizada por uma revista britânica especializada em consumo e serviços mostrou que os pacientes submetidos a cirurgias a laser, para tratar problemas como miopia e astigmatismo, constantemente não são informados sobre os riscos da operação.

A cirurgia a laser é realizada em mais de cem mil pessoas por ano na Grã-Bretanha, número semelhante ao Brasil.

A pesquisa realizada pela revista Health Which? também mostrou que qualquer médico pode realizar o procedimento na Grã-Bretanha, não necessariamente precisando de uma qualificação especial.

A cirurgia é vista como rápida e simples e recebeu grande apoio de celebridades, que livraram-se de deficiências visuais por meio principalmente da técnica Lasik - a mais popular.

Pressão alta

Em alguns casos, a cirurgia pode levar a aumento da pressão interna da córnea, fazendo com que um paciente necessite mais tarde de um transplante.

Outras complicações são consideradas menores, mas acontecem com mais freqüência, segundo a Academia Americana de Oftalmologia, uma das instituições ouvidas pela revista.

A Health Which? também citou vários casos de pessoas que estão processando médicos e empresas que realizam cirurgias a laser, por terem apresentado problemas após a operação.

O oftalmologista britânico David Gartry, do Royal College of Ophthalmologist, ajudou a elaborar um guia sobre quem deve realizar a cirurgia.

Pelo guia, somente médicos treinados e especializados podem operar.

"Os pacientes também precisam ser melhor informados sobre o percentual de eventuais complicações da cirurgia e o que pode acontecer em seu organismo caso alguma coisa dê errado", explicou o oftalmologista.

As complicações mais freqüentes incluem infecções, irritação, visão turva e necessidade de retoque na cirurgia, já que algumas vezes ela não é 100% eficaz.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Outros tipos de Diabetes

Características Gerais
Existem outros tipos de diabetes além do Tipo 1, Tipo 2 e Gestacional, mas esses ocorrem com menor freqüência. São eles:
Diabetes Secundário ao Aumento de Função das Glândulas Endócrinas:
Em determinadas doenças glandulares, quando ocorre aumento de função a ação da insulina é de alguma maneira dificultada ou prejudicada, aparecendo diabetes em pessoas de alguma maneira predispostas. É o que pode ocorrer, por exemplo, com doenças da:
  • Tireóide (hipertiroidismo);
  • Supra-renal (doença de Cushing);
  • Hipófise (acromegalia ou gigantismo).
Também pode aparecer na presença de tumores de:
  • Sistema nervoso simpático (feocromocitoma);
  • Células alfa do pâncreas (glucagonoma).
Diabetes Secundário a Doenças Pancreática:
Nesse grupo, o diabetes ocorre mais freqüentemente naqueles com antecedentes familiares do Tipo 2.
  • Retirada cirúrgica de 75% do pâncreas;
  • Pancreatite crôúnica (inflamação geralmente causada pelo alcoolismo crônico);
  • Destruição pancreática por depósito de ferro denominado hemocromatose (extremamente rara).
Nesses casos, o diabetes está associado à diarréia com perda de gordura nas fezes, pois o pâncreas afetado extensamente também não produz enzimas digestivas suficientes.
Resistência Congênita ou Adquirida à Insulina 
A produção de insulina está aumentada, porém com ação ineficaz por causa da diminuição ou defeito de receptores celulares (encaixes para insulina), em tecido gorduroso, músculo etc.
Essas anormalidades, quando congênitas, podem ser defeito dos receptores de insulina, presença de anticorpos anti-receptores.
Diabetes Associado à Poliendocrinopatias Auto-Imunes
Casos onde existem anticorpos anticélulas de ilhotas pancreática produtoras de insulina (Tipo 1). Destes, 20% apresentam anticorpos contra tireóide e(menos freqüentemente) anticorpos contra supra renal, mucosa do estômago, músculo e glândulas salivares, além da ocorrência de vitiligo, alopecia (intensa queda de cabelos), hepatite crôúnica, candidíase etc.
Diabetes Associado à Desnutrição e Fibrocalculoso
Ocorre em jovens de países tropicais com baixa ingestão protéica, freqüentemente associado a alimentos que contêm cianetos, como a mandioca amarga. Esta associação pode causar dano pancreático, com destruição das ilhotas e diminuição da produção de insulina.
Diabetes Relacionados à Anormalidade da Insulina (Insulinopatias)
A produção da insulina está aumentada, porém com alteração de sua estrutura molecular, não sendo assim eficaz. Aplicando-se insulina, controla-se o diabetes.
Diabetes Tipo LADA (Latent Autoimmune Diabetes in Adults)
O LADA caracteriza-se pelo surgimento tardio do Diabetes Mellitus do Tipo 1 e atinge entre 2 e 12% dos casos, ou seja, 1,4 milhão de pessoas no Brasil. Também conhecido como Diabetes Tipo 1.5 (Type one-and-a-half), o LADA costuma ser confundido com o do tipo 2.
A maior incidência concentra-se em pacientes entre 35 e 60 anos, magro e com cetose. O seu diagnóstico é feito pelo teste do anticorpo GAD. A hereditariedade do diabetes tipo 1, doenças de Hashimoto e Graves devem ser levadas em conta num histórico familiar. Atualmente, não há um consenso na literatura médica para o tratamento do LADA.
A manutenção do controle de glicemia é o principal objetivo do tratamento do portador do diabetes LADA. Um aspecto que deve ser levado em conta, refere-se a progressão lenta para a insulino-dependência, assim como um risco maior de complicações cardiovasculares para esses pacientes.
 

Pré-diabetes. O que é isso?


 
 
Como o título já sugere, este termo é usado para identificar as pessoas que possuem risco potencial de desenvolver o diabetes. É uma forma ou um estado intermediário entre a normalidade e o diabetes do tipo 2 no adulto. No entanto, sabe-se que nem todos irão deixar a condição de pré-diabético para se tornar um diabético. Mas, por precaução, são considerados em estado de risco para essa progressão.
Fatores de Risco
Existem fatores que são considerados de risco para o desenvolvimento do diabetes. Entre eles estão: o fator da idade (estar acima de 45 anos); o excesso de peso; o sedentarismo; a hipertensão arterial e as alterações nas taxas de colesterol e triglicérides sangüíneos e a história familiar de diabetes .
Isso serve para ambos os sexos. Mulheres que geraram filhos com mais de 4 kg ou que sejam portadoras de Síndrome dos Ovários Policísticos também têm risco aumentado.
Nesses casos, preconiza-se a realização da dosagem de glicemia de jejum ou a realização do teste oral de sobrecarga com glicose, para possível detecção de pré-diabetes ou mesmo diabetes.
A melhor maneira de identificar o pré-diabetes é através da dosagem da glicemia. Sua definição laboratorial dá-se quando a taxa de glicemia de jejum (mínimo de oito horas) encontra-se entre 100 e 125 mg/dl e/ou quando o valor de glicemia na segunda hora do teste de sobrecarga oral à glicose (também chamado de curva glicêmica) está entre 140 e 199 mg/dl (indivíduos classificados também como intolerantes à glicose).
A quantidade de pessoas que evoluem para o diabetes é parecida nos grupos que têm glicemia de jejum alterada e os que apresentam alterações nas taxas de glicemia na segunda hora do teste oral. No mais, apesar de ser raro, outros grupos que não apresentarem essas condições e nem fatores de risco,também podem desenvolver diabetes no futuro.
importante salientar que as pessoas que adquirem novos hábitos no estilo de vida - como a atividade física regular resultando na diminuição de 5 a 7% no peso corporal - ajudam a, no mínimo, retardar o aparecimento do diabetes.
Em grandes estudos realizados com indivíduos com pré-diabetes, tais medidas reduziram a taxa de novos casos em mais de 50% em um período de dois a cinco anos de acompanhamento. Essas mudanças ainda são benéficas para o estado de saúde geral, promovendo menor risco no desenvolvimento de outras doenças, especialmente cardiovasculares.
A busca pela perda de peso pode receber o auxílio de algumas medicações, no entanto, não devemos nos esquecer de que todas essas orientações devem ser realizadas pelo médico, analisando cada situação individualmente.
Ou seja, no geral existem muitas evidências de que o diabetes tipo 2 pode ser prevenido ou ter seu início retardado. Os indivíduos com pré-diabetes podem ser facilmente identificados. Alterações no estilo de vida, especialmente redução moderada do peso e aumento da atividade física são indicadas, além de promoverem efeito positivo adicional na saúde como um todo.
Confira os Sintomas do Diabetes Tipo II
  • Aumento da sede;
  • Aumento do número de micções (principalmente à noite);
  • Dores em membros inferiores;
  • Infecções freqüentes;
  • Alteração visual (visão embaçada);
  • Dificuldade na cicatrização de feridas;
  • Formigamento nos pés;
  • Furunculose. 
     
    fonte:  diabetes.org

Diabetes Tipo 2


 
Sabe-se que o diabetes do tipo 2 possui um fator hereditário maior do que no tipo 1. Além disso, há uma grande relação com a obesidade e o sedentarismo. Estima-se que 60% a 90% dos portadores da doença sejam obesos. A incidência é maior após os 40 anos.
Uma de suas peculiaridades é a contínua produção de insulina pelo pâncreas. O problema está na incapacidade de absorção das células musculares e adiposas. Por muitas razões, suas células não conseguem metabolizar a glicose suficiente da corrente sangüínea. Esta é uma anomalia chamada de "resistência Insulínica".
O diabetes tipo 2 é cerca de 8 a 10 vezes mais comum que o tipo 1 e pode responder ao tratamento com dieta e exercício físico . Outras vezes vai necessitar de medicamentos orais e, por fim, a combinação destes com a insulina.
Principais Sintomas:
  • Infecções freqüentes;
  • Alteração visual (visão embaçada);
  • Dificuldade na cicatrização de feridas;
  • Formigamento nos pés;
  • Furunculose. 
    fonte:  diabetes.org.br

Diabetes Tipo 1


Introdução 
O diabetes Tipo 1 (DM1) é uma doença auto-imune caracterizada pela destruição das células beta produtoras de insulina. Isso acontece por engano porque o organismo as identifica como corpos estranhos. A sua ação é uma resposta auto-imune. Este tipo de reação também ocorre em outras doenças, como esclerose múltipla, Lupus e doenças da tireóide .
A DM1 surge quando o organismo deixa de produzir insulina (ou produz apenas uma quantidade muito pequena.) Quando isso acontece, é preciso tomar insulina para viver e se manter saudável. As pessoas precisam de injeções diárias de insulina para regularizar o metabolismo do açúcar. Pois, sem insulina , a glicose não consegue chegar até às células, que precisam dela para queimar e transformá-la em energia. As altas taxas de glicose acumulada no sangue, com o passar do tempo, podem afetar os olhos, rins, nervos ou coração.
A maioria das pessoas com DM1 desenvolve grandes quantidades de auto-anticorpos, que circulam na corrente sanguínea algum tempo antes da doença ser diagnosticada. Os anticorpos são proteínas geradas no organismo para destruir germes ou vírus. Auto-anticorpos são anticorpos com “mau comportamento”, ou seja, eles atacam os próprios tecidos do corpo de uma pessoa. Nos casos de DM1, os auto-anticorpos podem atacar as células que a produzem.
Não se sabe ao certo por que as pessoas desenvolvem o DM1. Sabe-se que há casos em que algumas pessoas nascem com genes que as predispõem à doença. Mas outras têm os mesmos genes e não têm diabetes. Pode ser algo próprio do organismo, ou uma causa externa, como por exemplo, uma perda emocional. Ou também alguma agressão por determinados tipos de vírus como o cocsaquie. Outro dado é que, no geral, é mais freqüente em pessoas com menos de 35 anos, mas vale lembrar que ela pode surgir em qualquer idade.

Sintomas
Pessoas com níveis altos ou mal controlados de glicose no sangue podem apresentar:
• Vontade de urinar diversas vezes;
• Fome freqüente;
• Sede constante;
• Perda de peso;
• Fraqueza;
• Fadiga;
• Nervosismo;
• Mudanças de humor;
• Náusea;
• Vômito

Consultor: Dra. Claudia Pieper – Comitê Editorial do Site da SBD (Gestão 2006-2007)

Fontes: Norwood, Janet W. & Inlander, Charles B. Entendendo a Diabetes – Para educação do Paciente. Julio Louzada Publicações. São Paulo, 2000.
Diabetes de A a Z: o que você precisa saber sobre diabetes explicado de maneira simples. American Diabetes Association. JSN editora. São Paulo, 1998


fonte : diabetes.org.br

quarta-feira, 27 de julho de 2011

O BOM E O MAU COLESTEROL

Podemos dizer que existem vários tipos de colesterol circulando no sangue. O total da soma de todos eles chama-se "Colesterol Total" . Como já vimos, colesterol é uma espécie de "gordura do sangue", e como gorduras não se misturam com líquidos, o colesterol é insolúvel no sangue. Por isso, o colesterol precisa da "carona" de certas proteínas para cumprir as suas funções. A associação dá origem às chamadas lipoproteínas, essas sim, são aptas a viajar por todo o organismo via corrente sangüínea. As lipoproteínas - ou apenas colesterol - assume algumas formas, sendo divididas em "bom colesterol" (HDL - high density, ou alta densidade) e "mau colesterol" ( LDL - low density ou baixa densidade). Pesquisas provaram que o bom colesterol (HDL), retira o colesterol das células e facilita sua eliminação do organismo. Por isso é benéfico ao organismo. Já o mau colesterol (LDL), faz o inverso: ajuda o colesterol a entrar nas células, fazendo com que o excesso seja acumulado nas artérias sob a forma de placas de gordura. Justamente por isso traz diversos malefícios.

OS NÍVEIS DE COLESTEROL
De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, os níveis ideais de colesterol no sangue devem ser:

- Colesterol Total - abaixo de 200mg/dL de sangue;
- Bom Colesterol (HDL) - acima de 35mg/dL de sangue;
- Mau Colesterol (LDL)-abaixo de 130mg/dL de sangue. 








um ovo contém 213 miligramas (mg) de colesterol, ou seja, quase o total da ingestão diária recomendada pela Associação Americana do Coração , que é de 300 mg. Entretanto, ela ressalta que nem todo colesterol ingerido tem como destino certo o entupimento das artérias. "A substância participa de funções importantes no organismo, como formação de hormônios" , explica.  apenas 1/3 do colesterol do ovo é absorvido pelo organismo.  algumas pesquisas têm apontado uma ação inusitada: seu consumo aumenta a quantidade de HDL (colesterol bom), que é considerado um fator preventivo contra a arterosclerose (quando placas de gorduras se formam nas paredes das artérias). pesquisadores japoneses já divulgaram estudos que reforçam essa tese. Os trabalhos mostram que, apesar de haver um aumento do LDL (colesterol ruim) com o consumo diário de ovo, há também um aumento do HDL, o que é compensador

Fonte: portal.saude.gov.br